
«No dia 31 votaremos também em propostas diferentes para o País. Há um caminho para Portugal em que acredito e que só eu defendo porque não vi representado por nenhum dos outros candidatos. Logo de início, apresentei um Manifesto com as linhas orientadoras da acção governativa para o País, onde destaco a prioridade do crescimento económico aliado a uma política progressiva de harmonização fiscal com Espanha e ao equilíbrio das Contas Públicas. Tenho como causa das causas o combate à desertificação a par da protecção das instituições essenciais e dos mais desfavorecidos. Por isso entendo que, em matérias como a Justiça e a Saúde, o Estado deve reforçar a sua intervenção, ao contrário que defendem outros candidatos que se confessam mais liberais. Sinto-me bem nos princípios da nossa matriz social-democrata».
«Finalmente, considero que sou o candidato que está em melhores condições para confrontar José Sócrates nas Legislativas de 2009. Os Portugueses sabem que perdi as últimas eleições falando sempre a verdade sobre o que faria depois de eleito. Não garanti o que não podia. E lembram-se bem que, na mesma campanha, o actual Primeiro-Ministro tudo prometeu para, depois de eleito, fazer o contrário. Assim foi nos impostos, no emprego, nas pensões, nas taxas moderadoras e nas SCUT, para dar alguns exemplos. Em 2009, não poderá fazer o mesmo à minha frente porque lá estarei para lhe apontar as promessas não cumpridas e porque sou quem tem o mais adequado programa para que, com uma nova ambição nacional, possamos ousar enriquecer Portugal e, em vez de ficarmos para trás, acertarmos o passo ao ritmo de desenvolvimento dos outros parceiros europeus».





























O primeiro andar do 53 da Rua República da Bolívia é pequeno para tantas pessoas que ali se deslocam neste serão a meio da semana.
